OPINIÃO | 30 dias sem Dilma. O Brasil sobreviveu


Por Andréa Dutra


Neste domingo (12) completou-se um mês do afastamento de Dilma Rousseff do Palácio do Planalto. E a saída do PT do poder. Nesse curto período muito aconteceu. As mudanças são significativas.

O papo furado do golpe perdeu força. As manifestações de rua a favor de Dilma e do PT estão cada vez menores. Os que estavam acostumados a mamar nas tetas no governo nos últimos 13 anos, berram em redes sociais.

O Brasil sobreviveu há 30 dias sem Dilma e sem o PT. Talvez não sobrevivesse com a permanência do modelo petista de governar. O país se livrou de virar uma Venezuela.

O trabalho daqui para frente será desaparelhar o estado. E fortalecer empresas que estavam a caminho da falência, como Petrobrás, Caixa Econômica Federal e Correios. Não será fácil, porque as armadilhas que o PT irá colocar no caminho do novo governo serão muitas.

A sabotagem é permanente. Até estupro coletivo os movimentos ligados ao PT estão politizando. A cada faixa de protesto pelo fim da cultura do estupro, por exemplo, tem outra “Fora Temer”.

Além disso, temos os protestos de petistas mostrando bundas, cuspindo ou defecando em locais públicos.

A cada manifestação pela volta de algum ministério-boquinha de companheiros, extinto pelo novo governo, tem um grito de “não vai ter golpe”.

É preciso, ainda, que a Operação Lava Jato coloque os corruptos na cadeia. Sejam eles do PT, PCdoB, PMDB, PSDB ou de qualquer partido envolvido com corrupção.

Passou o tempo em que dirigentes do governo e políticos aliados que roubando dinheiro público eram atos chamados de malfeitos. Vamos chamar pelo nome verdadeiro. É corrupção mesmo. Malfeitos não é o nome apropriado para roubo.

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