Com processo de admissão simplificado e candidatura eventualmente apreciada pelo próprio professor do departamento da universidade onde se quer estudar, o candidato brasileiro pode se inscrever em qualquer período do ano, pagar taxas de estudante doméstico, trabalhar durante e após os estudos e tem permissão para levar cônjuge e filhos

Quem deseja cursar pós-graduação na Nova Zelândia está cercado de excelentes motivos. Além do ambiente de ensino rico e desafiador e da autorização para trabalhar durante os estudos, os estudantes contam com a possibilidade de permanecer no país e obter um trabalho qualificado em tempo integral na sua área de estudos após o término do programa.

No sentido de atrair “cérebros” e estimular o interesse de brasileiros, por exemplo, a Nova Zelândia confere ao doutorando o mesmo status de estudante doméstico. Isso significa que o programa de doutorado se torna bem mais acessível: por volta de 6 a 7 mil dólares neozelandeses por ano (entre R$ 13 mil e R$ 16 mil). No Brasil, em comparação, os custos de um curso de doutorado podem chegar a R$ 2.680 por mês.

O estudante internacional de ensino superior pode viajar para a Nova Zelândia com o cônjuge, que pode pedir visto de trabalho aberto e em período integral durante o programa de estudos do parceiro. Além disso, filhos de portadores de visto de trabalho podem frequentar as escolas públicas do país como estudantes domésticos, estudando gratuitamente em instituições que estão avaliadas entre as melhores do mundo pelo exame PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes).

Todas as oito universidades da Nova Zelândia fazem parte das 500 melhores do mundo no conceituado Quacquarelli Symonds World University Rankings (QS) e apresentam high quality na área de pesquisa. São elas: University of Auckland, University of Otago, University of Canterbury, Victoria University of Wellington, University of Waikato, Massey University, Lincoln University e Auckland University of Technology.

  Como se candidatar ao doutorado

O estudante brasileiro pode entrar em contato diretamente com o professor que ele considera que poderia ser o orientador do projeto ou com um consultor que os departamentos também têm (academic advisor). Os perfis dos professores são públicos, podem ser encontrados nos sites das universidades. A taxa de resposta é de 90%.

Finda a primeira etapa, é hora de o estudante se candidatar ao departamento, que aprova a parte acadêmica do projeto, e à universidade, que confere se o candidato tem todos os documentos necessários.

A apresentação do projeto deve ser objetiva: há um formulário em que o estudante escreve área de estudo, título provisório, resumo do projeto, relevância acadêmica, metodologia e bibliografia, totalizando 300 palavras. Recebendo a aprovação, o aluno deve reunir traduções juramentadas de diplomas, histórico acadêmico e proficiência na língua (IELTS ou TOEFL).

Vale lembrar que a Nova Zelândia é o país de língua inglesa mais pacífico do mundo (Global Peace Index) e tem a melhor qualidade de vida (Legatum Prosperity Index).

Webinar para tirar dúvidas sobre estudar na Nova Zelândia

A Education New Zealand, agência do governo da Nova Zelândia responsável pela promoção internacional da educação do país, promove um webinar mensal para o estudante internacional entender as vantagens e escolher a Nova Zelândia como destino de estudos. Em junho, o webinar acontece no dia 28/06, às 19h.

Durante o evento virtual, que é gratuito e em português, são esclarecidos os pré-requisitos, os programas oferecidos e há oportunidade para tirar dúvidas sobre programas e atividades remuneradas durante e após os estudos. O foco é desenvolvimento profissional, com foco em inglês e ensino de pós-graduação.