Agentes do Iapen serão capacitados para realizarem intervenções rápidas e seguras

Agentes selecionados foram aprovados no testes de aptidão física ocorrido na semana passada no Estádio Olímpico Zerão - Foto: ESAP

O curso promovido pelo Governo do Amapá beneficiará 80 agentes do sistema prisional amapaense

Oitenta agentes do sistema prisional amapaense aprovados em um processo seletivo interno participarão do Curso Operacional de Intervenção Prisional (COP), providenciado pelo Governo do Amapá para reforçar a capacitação dos servidores sobre técnicas operacionais para intervenção rápida em ambiente confinado carcerário. A aula inaugural ocorrerá às 8h, no Centro de Convenções João Batista de Azevedo Picanço.

No COP, aluno estudará disciplinas como gerenciamento de crise, intervenção prisional, tiro policial, método Giraldi, planejamento de ações de intervenção rápida e escolta motorizada, além de preparação física. Os agentes selecionados foram aprovados no testes de aptidão física ocorrido na semana passada no Estádio Olímpico Zerão, no qual 103 agentes concorreram.

O curso que é coordenado pela Escola de Administração Penitenciária do Amapá (Esap) – vinculada ao Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) – em parceria com o Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Amapá.

Foram disponibilizadas 10 vagas para cada uma das cinco guarnições do Iapen, 25 vagas para integrantes do Grupo Tático Prisional (GTP) e mais cinco vagas pa julho. Ara agentes do expediente. Os alunos serão divididos em duas turmas. A primeira turma será treinada de 3 a 14 de julho e a segunda de 17 a 28. As aulas ocorrerão no quartel do Comando Geral da Polícia Militar.

O comandante do GTP, Fausto Jardim, ressaltou a importância dessa atualização, pois as disciplinas têm vínculo direto com a atividade fim. “Uma capacitação como essa pode fazer a diferença em um momento de emergência. O método Giraldi, que consiste no uso do armamento para conter o infrator sem prejuízo a vida, é fundamental para resguardar a integridade dos presos e do agente que está executando a ação”, destaca.

Para o diretor presidente do Iapen, Lucivaldo Costa, esse treinamento com o Bope é importante porque este batalhão é responsável pelas ações de maior complexidade dentro do Estado e o agente penitenciário precisa estar sempre em condições de fazer as primeiras intervenções no ambiente carcerário. “Com isso, o Iapen ganha em qualidade na prestação de serviços. Servidor preparado erra menos e aqui não podemos errar.  Trabalhamos com vidas. Nossos agentes estão capacitados para intervenções de baixa e média complexidade. Temos o GTP que detém treinamento específico para intervenções internas, mas o efetivo é reduzido. Por isso a necessidade de capacitar mais agentes”, afirma.

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